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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Investimento do governo federal por pessoa em áreas sociais mais do que dobra em 16 anos

O investimento em saúde, educação, assistência social e outros itens, classificados como Gasto Social Federal (GSF), passaram de R$ 1.471,46 por pessoa em 1995 para R$ 3.324,84 em 2010 (veja gráfico). No total, sem considerar o crescimento populacional no mesmo período, o crescimento foi de R$ 234 bilhões em 1995 para R$ 638,5 bilhões em 2010.

Um crescimento real de 172% em 16 anos. “O que eleva o gasto social per capita não é somente a valorização do salário mínimo, mas o investimento do governo federal em educação, infraestrutura de habitação e saneamento, e em saúde pública”, afirmou o diretor de Estudos e Políticas Sociais (Disoc) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Jorge Abrahão, ao divulgar o estudo na última terça-feira (4).

Em termos de percentual do Produto Interno Bruto (PIB), o gasto social cresceu 4,3%, passando de 11,24% do PIB em 1995 para 15,54% em 2010. Os pesquisadores do Ipea estudaram o orçamento usando como referência o valor do real em dezembro de 2011, descontando a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O estudo considera as onze áreas do GSF: previdência social geral, benefícios a servidores públicos, saúde, assistência social, alimentação e nutrição, habitação e urbanismo, saneamento básico, trabalho e renda, educação desenvolvimento agrário e cultura.

Fonte: Secom

sexta-feira, 27 de julho de 2012

PAC2 investe R$ 324,3 bilhões e conclui 29,8% das obras

Em um ano e meio, R$ 324,3 bilhões foram injetados na economia para a construção da infraestrutura necessária ao desenvolvimento da sociedade brasileira, de acordo com o quarto balanço da segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC2). O volume representa 34% do orçamento total previsto até 2014.

Até o primeiro semestre de 2012, 29,8% das ações previstas até 2014 foram finalizadas, totalizando R$ 211 bilhões (veja gráfico). Esse resultado é 84% superior ao mesmo período do ano passado.
De acordo com o relatório, a agenda de obras tem sido essencial para o enfrentamento da situação financeira internacional adversa, com redução do crescimento econômico em todo o mundo, pois incentiva a atividade. Além do investimento público em infraestrutura, o estímulo ao setor privado tem se dado pelas desonerações tributárias, mais crédito e pelas compras governamentais.

O PAC2 executará R$ 955 bilhões entre 2011 e 2014. Nesse período, o valor previsto para conclusão de obras totaliza R$ 708 bilhões ou 74% do total. As demais obras (26%) serão concluídas após 2014. Entre elas, estão grandes obras de infraestrutura em andamento no Brasil, tais como: Usina Hidrelétrica Belo Monte (PA) e o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).

Execução orçamentária é 39% maior

A execução do PAC2, em 2012, é 39% superior à do primeiro semestre de 2011. Pagamentos e empenhos feitos com recursos do Orçamento Geral da União (OGU), de janeiro a julho desse ano, foram de R$ 19,7 bilhões, 32% maior do que o mesmo período do ano passado, R$ 14,9 bilhões. O valor empenhado, no mesmo período, teve aumento de 57%, atingindo R$ 18,3 bilhões.

Fonte: Secom

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Brasil cria 1 milhão de empregos em 2012

O Brasil criou 1.047.914 novos postos de trabalho formais no primeiro semestre deste ano, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado na segunda-feira (23). Com isso, a quantidade de trabalhadores com carteira assinada é 2,76% maior do que em dezembro de 2011.

O saldo entre demissões e admissões tem sido positivo há dez anos (veja gráfico). Em junho de 2012, foram gerados 120.440 postos de trabalho, equivalentes ao crescimento de 0,31% sobre a quantidade de assalariados do mês anterior. Houve expansão do emprego em todos os oito setores de atividade econômica. O total de admissões em junho foi de 1.732.327, o segundo maior para o mês, e o de desligamentos atingiu 1.611.887, o maior para o período.

Nos últimos doze meses, houve um crescimento de 4,08% no nível de emprego, com o acréscimo de 1.527.299 postos de trabalho, e, no período de janeiro de 2011 a junho de 2012, o crescimento foi de 8,54%, representando um aumento de 3.064.257 vagas.


Regiões - Foi apresentado crescimento em todas as regiões geográficas, sendo que a Sudeste abriu 619.950 postos (3,03%); Sul, 203.253 postos (2,96%); Centro-Oeste, 152.403 postos (5,40%), o terceiro maior saldo para o período; Norte, 44.565 postos (2,63%) e Nordeste, 27.743 postos (0,46%).
Salário médio de admissão tem aumento real de 5,9%

Os salários médios de admissão apresentaram um aumento real de 5,90% no primeiro semestre, passando de R$ 946,79 em 2011, para R$ 1.002,64 em 2012. O cálculo leva em conta o Índice Nacional De Preços ao Consumidor (INPC). Os dados do Caged apontam elevação generalizada no País.

Dez anos - O Caged apresenta uma tendência de crescimento nos salários médios reais de admissão no período de 2003 a 2012, com aumento real de 40,92%, ao passarem de R$ 711,51 para R$ 1.002,64, respectivamente. Esse resultado decorreu do aumento de 44,62% para os homens e 35,73% para as mulheres.

Fonte: Secom - Governo Federal

Olimpíadas 2012: Dilma destaca importância do Bolsa Atleta para esportistas

Dos 259 esportistas da delegação, 111 são beneficiários do Bolsa Atleta. A presidenta Dilma Rousseff ressaltou que atualmente mais de 4 mil esportistas recebem o benefício no país. Os Jogos Olímpicos de Londres serão abertos nesta sexta-feira. 

“O Bolsa Atleta apoia desde os esportistas que estão começando a carreira até aqueles que já competem em Olimpíadas ou Paralimpíadas. Esse é um benefício importante porque permite que o atleta se dedique com muito mais tranquilidade aos treinamentos e às competições”, disse.

Para 2012, a previsão é que cerca de R$ 60 milhões sejam investidos no Bolsa Atleta, além de R$ 200 milhões na modernização de centros de treinamento e R$ 13 milhões em equipamentos esportivos. O governo vai investir também R$ 1 bilhão na construção e na cobertura de mais de 2.800 quadras esportivas em escolas públicas de todo o país. Até 2014, a expectativa é que sejam construídas 6 mil quadras enquanto 4 mil devem receber cobertura.

“É na quadra da escola, nas aulas de educação física, que a maioria das crianças tem o primeiro contato com o esporte. É uma oportunidade para muitos deles revelarem seus talentos, terem uma vida mais saudável e se apaixonarem pelo esporte”, disse
 
Fonte: PT Nacional

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Emissão da primeira carteira de identidade é gratuita em todo o Brasil



A emissão da primeira via da carteira de identidade (Registro Geral/ RG) é gratuita em todo o território nacional, para todos os brasileiros. A determinação está na lei sancionada pela presidenta Dilma Rousseff e publicada no Diário Oficial da União.

A emissão da segunda via do documento, porém, pode ser cobrada e a taxa, determinada pela legislação de cada estado. Atualmente, alguns estados já isentam o cidadão do pagamento da primeira identidade como o Rio de Janeiro e o Acre, além do Distrito Federal.

Brasileiros natos ou naturalizados e portugueses beneficiados pelo Estatuto da Igualdade também podem obter o documento.

A lei sancionada pela presidenta Dilma e pela ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, modifica a Lei no 7.116, de 29 de agosto de 1983, que não traz expresso o direito à gratuidade.

  Carteira de identidade

O cidadão que for tirar seu primeiro documento deve comparecer a um dos postos de Identificação Civil e estar munido do original ou cópia autenticada em cartório da Certidão de Nascimento, além de uma foto 3x4. Em algumas Unidades de Atendimento, há o serviço gratuito de captura de foto através de câmera digital. Os números dos CPF e do PIS/Pasep, também podem ser acrescentados na identidade.


Fonte: Agência Brasil

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Governo Lula reduziu pobreza em 36,5% , afirma relatório da OIT

Estudo divulgado nesta quinta-feira (19) pela OIT (Organização Internacional do Trabalho) com diversos indicadores socioeconômicos compilados mostra que, entre 2003 e 2009, a pobreza no Brasil caiu 36,5%, o que significa que 27,9 milhões de pessoas saíram da condição nesse período. Segundo a OIT, são consideradas pobres aquelas pessoas cuja renda fica abaixo de meio salário mínimo mensal per capita.

“A redução da pobreza entre os trabalhadores e trabalhadoras esteve diretamente associada ao aumento real dos rendimentos do trabalho, sobretudo do salário mínimo, à ampliação da cobertura dos programas de transferência de renda e de previdência e assistência social – que contribuíram para o aumento do rendimento domiciliar – e também pelo incremento da ocupação, principalmente do emprego formal”, diz o documento da OIT.

A OIT dedica especial atenção ao programa Bolsa Família, do governo federal. Segundo o organismo internacional, entre 2004 e 2011, a cobertura do Bolsa Família dobrou: passou de 6,5 milhões de famílias beneficiadas para 13,3 milhões, com o investimento de R$ 16,7 bilhões em recursos só em 2011.

De acordo com a Cepal (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe), o Bolsa Família é o maior programa de transferência de renda condicionada da América Latina em número de beneficiários – cerca de 52 milhões de pessoas, o correspondente a quase a metade das 113 milhões de pessoas beneficiadas na região.

Mais informações no site da OIT

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Exemplo mundial: delegações de 43 países conhecem programas sociais do governo Dilma

A segurança alimentar e nutricional é um dos temas de maior interesse das delegações de estrangeiros que visitam o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). Até 13 de julho passado, o ministério recebeu 63 delegações de 43 países. No mesmo período de 2011, foram 38 delegações de 24 países.

Além da segurança alimentar e nutricional, as missões estrangeiros também buscam informações sobre a estratégia do Plano Brasil Sem Miséria, a transferência de renda condicionada, a assistência social e o sistema de monitoramento e avaliação das políticas e programas sociais.

Os países africanos foram os que mais mandaram representantes ao Brasil para conhecer o trabalho desenvolvido pelo MDS. No período, o ministério recebeu delegações de 19 países daquele continente.

No início deste mês, missões do Senegal, Moçambique, Níger e Etiópia estiveram no MDS participando do Seminário Programa de Aquisição de Alimentos (PPA)-África. Eles foram a Arapiraca (AL) conhecer projetos do programa.

Também daquele continente, uma comitiva que demonstrou muito interesse pela forma como o Brasil trabalha a coordenação interministerial para erradicação da extrema pobreza foi a da África do Sul. A vice-ministra do Desenvolvimento Social daquele país, Maria Bongi Ntuli, esteve em janeiro passado no MDS para conhecer mais sobre o Plano Brasil Sem Miséria e o Programa Bolsa Família.

América Latina - Os países vizinhos da América Latina e Caribe foram o segundo maior contingente, com delegações de 11 nações da região visitando MDS. Foi desta região que uma das visitas já rendeu frutos, uma vez que muitos dos representantes de países que querem conhecer os projetos e ações do MDS pretendem implantar em suas nações similaridades ao que foi conhecido no Brasil.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Governo anuncia investimentos de R$ 8,43 bilhões para estimular crescimento


A presidenta Dilma Rousseff anunciou na manhã desta quarta-feira, (27), em Brasília, um pacote de compras governamentais para estimular a economia e, assim, garantir o crescimento do Brasil. Denominado PAC Equipamentos - Programa de Compras Governamentais, essa ação conta com valor total de investimento de R$ 8,43 bilhões.


No pacote, há investimentos destinados à saúde, segurança nacional, equipamentos para aumentar a produção agricultura e combater a seca, além de equipamentos necessários para melhorar a qualidade na educação, como ônibus e carteiras escolares.

Após afirmar que o cenário econômico internacional preocupa, mas não amedronta o governo brasileiro, a presidenta Dilma Rousseff disse que esse poder de compra é um mecanismo aceito para garantir a sustentação do crescimento econômico.
"Queremos que esse programa contribua para que melhore e garanta a proteção (da economia brasileira). Vamos oferecer mais serviços públicos de qualidade", enfatizou a presidenta ao lembrar que medidas como essa também já foram tomadas também por países como China e Estados Unidos.

Durante seu discurso, a presidenta afirmou que "não podemos ter a soberba de achar que podemos brincar à beira do precipício” e, por isso, o Brasil está tomando medidas necessárias para proteger a produção e os empregos do País. “Vamos criar e expandir parcerias internacionais", garantiu Dilma.

O secretário do PAC, Maurício Muniz, lembrou que cada vez que é contratada uma obra do PAC há uma demanda de insumos, onde entram esses equipamentos que serão adquiridos pelo governo federal.

"É um motor para o crescimento do País", disse Maurício, ao lembrar que o programa funciona de forma anticíclica.

Ao lembrar que o nível de inflação do País está muito menor do que a do ano passado, o que dá condições favoráveis ao estímulo do investimento, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que o objetivo dessas medidas é atender as necessidades da população, enfrentar problemas como a seca, ampliar a capacidade produtiva e melhorar as estradas.

“Essas ações são a mola mestra dos investimentos da economia. Vamos fortalecer a parceria com os estados e municípios para implementação desses investimentos”, garantiu.

Fonte: Minsitério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Dois milhões de famílias podem ser beneficiadas com Plano Safra

O Plano Safra da Agricultura Familiar 2012-2013 beneficiará mais de dois milhões de famílias de agricultores familiares em todo Brasil, com recurso estimado em R$ 20 bilhões.

No Tocantins, mais de 10 mil pequenos produtores poderão ser atendidos, com investimentos e custeio em linhas de crédito do Pronaf – Programa Nacional de Desenvolvimento da Agricultura Familiar –, impulsionando a produção agropecuária. O Plano para a safra 2012-2013 será lançado em Brasília, pelo Governo Federal nesta quarta-feira, 4.


O valor destinado aos agricultores familiares do Tocantins ainda não foi divulgado, mas dados de 2011 revelam investimentos em torno de R$ 130 milhões. Os recursos devem ser aplicados em investimentos e custeio nas comunidades rurais. Para adquirir o recurso, os produtores precisam atender requisitos dentro do perfil de agricultor familiar.

O superintendente de Assentamentos e Agricultura Familiar da Seagro – Secretaria da Agricultura, da Pecuária e do Desenvolvimento Agrário –, Marcelo Gualberto Caldeira, explicou que o Plano reforça a vocação agropecuária que o Estado possui na agricultura e pecuária, aumentando a capacidade produtiva dos agricultores familiares. “Estes investimentos, a cada ano, fortalecem a agricultura familiar, gerando emprego e renda no campo”, disse Caldeira.

Novidade
Na safra 2012-2013, os investimentos serão expandidos para atender os produtores de seringueira, com o Pronaf Eco/Mais Alimentos. Eles poderão financiar até R$ 15 mil, por hectare, estimulando a produção de látex.

Pronaf
As linhas de crédito atendem as comunidades de agricultores familiares da Reforma Agrária e Crédito Fundiário, quilombolas, indígenas, atingidos por barragens, apicultores e extrativistas.

Os financiamentos atendem diversas linhas de créditos do Pronaf: para assentados do Programa Nacional de Reforma Agrária; Agroindústria; Custeio de Agroindústrias Familiares; Mais Alimentos; Florestal; Jovem; Pronaf Eco; Pronaf Agroecologia e o Pronaf Mulher.

Fonte: Seagro/TO

Plano Agrícola e Pecuário ampliará competitividade no campo, destaca Dilma

O governo espera aumentar a capacidade de produção e conquistar mais mercados para a agricultura e pecuária. A expectativa é da presidenta Dilma Rousseff que na quinta-feira passada, 28, lançou o Plano Agrícola e Pecuário 2012/2013, liberando R$ 115,2 bilhões de crédito para atividades agrárias. O crédito para financiar a agropecuária comercial no período, “é o maior de todos os tempos”, salientou Dilma durante o programa de rádio Café com a Presidenta, transmitido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC) a emissoras de rádio de todo o país.


Além do maior volume de recursos disponíveis, Dilma Rousseff assinala que novas linhas de crédito foram estabelecidas, sob melhores condições de juros. “As linhas de crédito ficaram mais baratas”, disse a presidenta ao destacar que para a compra de adubo e sementes, por exemplo, os juros caíram de 6,75% para 5,5%. “Isso é praticamente comprar com juro zero”, frisou.

O governo também aumentou os valores e reduziu os juros em todas as linhas de crédito para investimento. “Com esse crédito, o produtor pode comprar equipamentos para irrigação, tratores, máquinas, pode construir cercas e galpões”, listou a presidenta. “Se o produtor investir, por exemplo, na integração lavoura/pecuária, ou no plantio direto sobre a palha, ou mesmo na recuperação de áreas degradadas, que existem milhares de hectares no Brasil, os empréstimos vão ter juros ainda menores”, completou. A medida minimiza impacto ambiental das atividades do campo.

Dilma também avaliou que os médios produtores (com renda até R$ 800 mil por ano) serão beneficiados com financiamento para o custeio da produção. “Os juros para esses empréstimos caíram para 5% ao ano.”

Além de empréstimos mais baratos, Dilma Rousseff acrescenta que o seguro feito pelo produtor para garantir o pagamento dos empréstimos (Proagro) dobrou de valor de cobertura. “Vão poder segurar até R$ 300 mil por safra”, disse. Para ela, o recurso é fundamental para os produtores rurais “porque a agricultura é uma atividade que envolve riscos: uma seca prolongada, chuvas em excesso ou uma geada forte demais”. No ano passado, o agronegócio foi responsável por 38% de tudo o que o Brasil exportou.

Fonte: Agência Brasil

Bolsa Verde beneficiará assentados que preservam meio ambiente no Tocantins


O Incra assegurou a adesão de 1.456 famílias assentadas no Tocantins ao Programa de Apoio à Conservação Ambiental Bolsa Verde. A ação é um incentivo do Governo Federal para os agricultores familiares desenvolverem atividades de uso sustentável dos recursos naturais, com a transferência de renda.


Cada família selecionada receberá benefício trimestral de R$ 300 a fim de estimular a preservação dos ecossistemas e elevar a renda de quem exercer atividades de conservação do meio ambiente. O incentivo será pago por meio do cartão Bolsa Família e a transferência de recursos ocorrerá por até dois anos, prazo que poderá ser prorrogado.

Para participar do Bolsa Verde, a família deve estar inscrita no cadastro único de programas sociais do Governo Federal, ter renda familiar mensal de até setenta reais por pessoa e assinar termo de adesão, no qual compromete-se a promover a conservação ambiental na área onde vive e trabalha. Os beneficiados serão monitorados por meio de imagens de satélite pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) para assegurar o compromisso firmado.

Inserido no Plano Brasil Sem Miséria, do Governo Federal, o programa é coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente com a participação dos ministérios do Desenvolvimento Social (MDS) e do Desenvolvimento Agrário (MDA) e do Incra.

Fonte: Incra

Poliomielite: Campanha de vacinação termina nesta sexta-feira

Mais de 12,2 milhões de crianças tomaram as duas gotinhas da vacina. Todos os menores de cinco anos devem ser vacinados contra a paralisia infantil

A Campanha Nacional de Vacinação Contra a Poliomielite se encerra nesta sexta-feira (6). Balanço parcial da manhã desta terça-feira (3) aponta que quase 12,3 milhões de crianças em todo o país já foram vacinadas contra a paralisia infantil. O número representa 86,9% do total de crianças de zero a cinco anos. A meta é vacinar 95% do total de 14,1 milhões de crianças nesta faixa etária, o que corresponde a 13,5 milhões. Todas os menores de até 4 anos, 11 meses e 29 dias devem tomar as duas gotinhas, mesmo que já tenham sido vacinadas.

O Ministério da Saúde repassou 21,2 milhões de doses da vacina para as secretarias estaduais e municipais de saúde. Foram destinados R$ 16,7 milhões para a aquisição das vacinas. Além disso, o Ministério da Saúde investiu R$ 37,2 milhões em repasses do Fundo Nacional de Saúde para os fundos dos estados e dos municípios.

Neste ano, a campanha acontece em etapa única, sendo no primeiro semestre com a vacina oral, as chamadas gotinhas. Em agosto, será realizada, em todo o país, a campanha para atualização dos esquemas vacinais do calendário básico de vacinação da criança. Assim, a partir de agosto deste ano, as crianças que estão começando o esquema vacinal, ou seja, nunca foram imunizadas contra a paralisia infantil, irão tomar a primeira dose aos dois meses e a segunda aos quatro meses, com a vacina poliomielite inativada, de forma injetável. Já a terceira dose (aos seis meses), a dose de reforço (aos 15 meses) e as demais doses de campanha continuam com a vacina oral, ou seja, as duas gotinhas.

A aplicação das gotinhas tem como objetivo manter o Brasil na condição de país certificado internacionalmente para a erradicação da poliomielite, estabelecendo proteção coletiva com a vacinação de todas as crianças menores de cinco anos no mesmo período. Esta estratégia também permite a disseminação do vírus vacinal no meio ambiente, ajudando a criar a imunidade de grupo. É importante ressaltar que não existe tratamento para a pólio, apenas a prevenção por meio da vacina.

Fonte: Portal Brasil

terça-feira, 3 de julho de 2012

IPI segue reduzido para móveis e eletrodomésticos


Os consumidores terão a oportunidade de comprar eletrodomésticos da linha branca (fogão, refrigerador, máquina de lavar e tanquinho) com alíquotas do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) reduzidas por mais dois meses e móveis, laminados PET, luminárias e papel de parede por mais três meses.

O governo também prorrogou a isenção de PIS/Cofins para massas alimentícias até o fim do ano. Até o final de agosto, permanece em zero a alíquota do IPI para fogão e tanquinho (a alíquota normal é de 4% e 10%, respectivamente), 5% para refrigerador (alíquota normal de 15%) e 10% para máquina de lavar (20% alíquota normal). Todos os produtos beneficiados devem ter classificação “A” de eficiência energética.

No caso dos móveis, a alíquota permanecerá zerada até setembro ante alíquota normal de 10%.

Brasil Maior – A medida faz parte do Plano Brasil Maior, a política industrial elaborada para manter a competitividade nacional e a atividade econômica num contexto de crise financeira internacional.

As prorrogações implicarão numa renúncia fiscal de R$ 180 milhões no caso da linha branca e R$ 197 milhões para móveis. Para laminados PET, luminárias e papel de parede, a renúncia é de R$ 22 milhões. No segmento de massas alimentícias, a desoneração do PIS/Cofins será de R$ 285 milhões até dezembro.

Fonte: Presidência da República

Valor médio do Bolsa Família para os beneficiados pelo Brasil Carinhoso passa de R$ 153 para R$ 237



O valor médio do Bolsa Família para cerca de 1,97 milhão de famílias com benefícios reajustados pela ação Brasil Carinhoso passou de R$ 153 para R$ 237, a partir deste mês. O novo benefício é calculado de modo a garantir renda mensal de R$ 70 por pessoa para todas as famílias do programa com filhos de até seis anos. Não há limite, pois são justamente as famílias maiores, que mais precisam de apoio para que as crianças possam se alimentar bem, estudar e crescer de forma saudável.


Cerca de 90% dessas famílias receberão até R$ 352. Apenas 16 mil famílias receberão um valor maior que R$ 532 - o que representa 0,1% das 13,5 milhões que participam do programa, cujo benefício médio passou de R$ 120 para R$ 134.

O novo benefício elevou a folha de pagamento do Bolsa Família de R$1,6 bilhão em maio para R$ 1,8 bilhão em junho (R$ 164,7 milhões a mais).

Brasil Carinhoso - A ação, lançada em maio deste ano, visa fazer com que todas as famílias beneficiárias com integrantes na primeira infância superem a extrema pobreza. Mesmo as mais numerosas, que estão se tornando cada vez menos comuns - a taxa média de fecundidade no Brasil está abaixo da necessária para a reposição da população. Entre as famílias do programa, a média de filhos equivale à taxa de reposição, e não há qualquer indício de reversão dessa tendência.

“O foco na primeira infância era urgente porque essa é a fase mais decisiva para o crescimento e desenvolvimento do ser humano”, afirma o secretário nacional de Renda de Cidadania, Luís Henrique Paiva. “Passa muito rápido, mas suas marcas permanecem ao longo da vida”, diz.

Foco - De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), a extrema pobreza seria um terço maior não fossem as transferências do programa. A segunda rodada de avaliação do Bolsa Família  registrou impactos positivos na educação das crianças beneficiárias (tanto na frequência escolar quanto na própria taxa de aprovação); na saúde, tanto das crianças (aumento da vacinação em dia e do aleitamento materno) quanto das gestantes (aumento do número de consultas de pré-natal); e na autonomia das mulheres (são as mães, sempre que possível, que recebem o benefício).

Com orçamento de R$ 20 bilhões em 2012, menos de 0,5% do PIB, o programa está entre os mais auditados no governo federal. As informações são checadas anualmente e a lista de beneficiários está disponível no Portal da Transparência. Para evitar exploração indevida, a legislação define que os demais dados só podem ser repassados a terceiros para implantação de políticas públicas ou estudos e pesquisas.

Plano - O Bolsa Família é um programa de transferência direta de renda que beneficia famílias em situação de pobreza e de extrema pobreza em todo o País e integra o Plano Brasil Sem Miséria. O plano tem como foco de atuação os brasileiros com renda familiar per capita inferior a R$ 70 mensais, e está baseado na garantia de renda, inclusão produtiva e no acesso aos serviços públicos.

Extrema pobreza na primeira infância fica 62% menor

Com base no Censo 2010, o novo benefício faz com que a extrema pobreza entre crianças de até seis anos caia 62%. Já a extrema pobreza em todas as faixas etárias deve cair quase 40%, pois o benefício alcança não apenas as crianças, mas todas as pessoas de suas famílias.

De acordo com o diagnóstico que embasou o Plano Brasil Sem Miséria, 40% da população que vive na extrema pobreza são crianças e adolescentes de até 15 anos.

Fonte: Presidência da República

Educadores discutem políticas de inclusão e recebem prêmios


Com entrega de prêmios para escolas, secretarias de educação e estudantes de educação básica e ensino médio, teve início nesta segunda-feira, 2, o 7º Seminário do Programa Educação Inclusiva: Direito à Diversidade. A promoção é da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação, e o evento prosseguirá até quarta-feira, 4, em Brasília. O encontro reúne os coordenadores dos 166 municípios-polo do programa, dirigentes das secretarias de educação estaduais, municipais e do Distrito Federal e escolas.

O programa Educação Inclusiva: Direito à Diversidade, criado em 2003, atua na formação de gestores e educadores para construção de sistemas educacionais inclusivos. O seminário oferece aos participantes a oportunidade de debater e compartilhar experiências sobre o desenvolvimento de políticas públicas voltadas à valorização da diversidade, promoção dos direitos humanos, sustentabilidade socioambiental e inclusão.

De acordo com a secretária da Secadi, Cláudia Dutra, a abrangência do programa está sendo ampliada, deixando de tratar apenas da inclusão do estudante com deficiência. “No décimo ano do Programa Educação Inclusiva: Direito à Diversidade, vamos expandir o programa para a educação escolar indígena, educação quilombola, educação de jovens e adultos, educação do campo, educação ambiental, educação em direitos humanos, educação para as relações étnico-raciais e educação especial, na perspectiva da educação inclusiva”, disse.

Fonte: Ministério da Educação

Brasil busca parcerias para ampliar cultura inovadora nas empresas



O secretário de Inovação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Nelson Fujimoto, esteve, nesta quinta-feira (8), na Sociedade Fraunhofer, Alemanha, para conhecer a experiência do maior centro de pesquisa aplicada da Europa. A instituição, que promove parcerias entre universidade, setor empresarial e governo, tem mais de 80 unidades de pesquisa espalhadas pelo país.

Segundo Fujimoto, que visitou a instituição a convite da diretoria, a iniciativa alemã pode servir de inspiração para o Brasil. "Esse modelo é importante por possibilitar a interação entre universidade, empresa e governo. Entre o conhecimento que nasce nas universidades e as indústrias. É essa troca de conhecimento que produz pesquisa aplicada, área na qual ainda precisamos avançar muito no Brasil", explicou.

Conforme o secretário, o Plano Brasil Maior é uma resposta à necessidade de um salto tecnológico da indústria nacional, a partir de investimentos em pesquisa e inovação, e pode se beneficiar da inteligência acumulada pela experiência alemã. "Estamos identificando, em cada setor, quais são as dificuldades. Em seguida, vamos definir áreas que podem ser beneficiadas por um intercâmbio ou consultoria com a Sociedade Fraunhofer. É importante conhecer e compreender como os alemães operam a questão da inovação na indústria para poder aplicar na realidade brasileira", sustentou Fujimoto, ao lembrar parceria já firmada entre o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação com a organização alemã.

CeBIT - A visita à Sociedade Fraunhofer aconteceu durante a Feira Internacional das Tecnologias da Informação e das Comunicações (CeBIT 2012), que ocorre até o dia 10 de março, em Hannover, na Alemanha. O Brasil é país-parceiro desta edição da CeBIT, a convite do governo alemão.

A delegação brasileira é integrada por mais de 100 empresas, com estandes espalhados por toda a feira. O evento recebeu a visita da presidenta da República, Dilma Rousseff, e do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, que participaram da abertura e visitaram os estandes ao lado da chanceler alemã, Angela Merkel.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior

Ministério da Saúde investe R$ 650 milhões para diminuir filas nos hospitais públicos


Para reduzir as filas no Sistema Único de Saúde (SUS) e continuar crescendo o número de cirurgias eletivas realizadas no País, o Ministério da Saúde destinará R$ 650 milhões aos estados e municípios, dentro do programa AmpliarSaúde.

O investimento representa um crescimento de 100% em comparação com o valor destinado em 2011, que foi de R$ 350 milhões. Em 2011, foram 345.834 cirurgias eletivas realizada pelo SUS. Em uma década, o País aumentou 1.135% o número de procedimentos do tipo em relação a 2001, quando foram realizadas 28 mil cirurgias.

A Portaria n° 1.340 que estabelece as diretrizes e recursos por estado foi publicada, na segunda-feira (2), no Diário Oficial da União. “O aumento no repasse de recursos visa estimular a realização de cirurgias. No ano passado, instituímos a política para garantir a antecipação dos recursos aos estados e municípios para que eles pudessem contratar um número maior de serviços para a realização de mutirões”, destaca o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Segundo ele, um importante passo está sendo dado para reduzir o tempo de espera do paciente. “Além disso, estamos inovando ao priorizar os municípios com populações de extrema pobreza, que necessitam de maior atenção por parte do governo", avalia.

Os recursos fazem parte de uma nova estratégia do Ministério da Saúde para garantir o acesso da população aos procedimentos disponibilizados no SUS. Os estados brasileiros e o Distrito Federal receberão os recursos, em parcela única, para o período de um ano, e serão aplicados nas especialidades de maior demanda e naquelas escolhidas pelos gestores locais, conforme a realidade de sua região.

Além disso, do total, R$ 50 milhões serão destinados aos municípios com 10% ou mais de sua população em situação de extrema pobreza. São R$ 180 milhões para realização de cirurgia de catarata e R$ 210 milhões para tratamento de varizes, cirurgias ortopédicas e nas áreas de urologia, oftalmologia e otorrinolaringologia, incluindo retirada de amígdalas.

Outros R$ 210 milhões atenderão as demandas apresentadas pelos gestores estaduais, conforme a realidade de suas regiões. Os R$ 50 milhões restantes são para ampliar o acesso a cirurgias de cataratas nos municípios com população em situação de extrema pobreza. A ação beneficia 2.555 cidades. O objetivo do Ministério da Saúde é zerar as filas de espera para esse tipo de procedimento.

Fonte: Portal Brasil

Experiência brasileira do Programa de Aquisição de Alimentos será aplicada em cinco países africanos


O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), ação do governo federal para fortalecer a agricultura familiar e colaborar no enfrentamento à fome e a pobreza no Brasil, será aplicado em cinco países africanos. Níger, Maluí, Moçambique, Senegal e Etiópia irão elaborar projetos baseados na experiência brasileira, com a consultoria da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), que vai auxiliar os países no desenho de um projeto piloto de compras governamentais de alimentos.

O diálogo para a troca de experiências entre o Brasil e os cinco países africanos irá ocorrer durante toda esta semana. Durante o seminário internacional PAA-África, que começou na última segunda-feira (2), no Palácio do Itamaraty, em Brasília, e irá até esta terça-feira (3), estão sendo realizadas palestras e grupos de trabalho. De quarta (4) a sexta-feira (6), as delegações farão visita de campo ao município de Arapiraca, em Alagoas, onde conhecerão in loco o PAA.

De acordo com o representante no Brasil do Programa Mundial de Alimentos (PMA), da Organização das Nações Unidas (ONU), Daniel Balaban, o momento é propício para o compartilhamento de informações sobre segurança alimentar e nutricional. Segundo ele, os países africanos estão comprometidos com o êxito dessas políticas. “Este é um momento inédito. Os governos estão interessados em fazer dar certo.”

Para a secretária nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Maya Takagi, o diálogo permanente com os agricultores familiares é um dos diferenciais da política pública brasileira para o setor. “Os governos não podem estar em todos os lugares e os movimentos sociais no campo trazem demandas que aperfeiçoam as políticas. Eles fazem com que ela chegue aonde é necessária”, disse a secretária.

O coordenador-geral de Ações Internacionais para o Combate à Fome do Ministério das Relações Exteriores (MRE), Milton Rondó, informou que há estudos entre agências internacionais e o governo brasileiro para levar a experiência do Programa de Aquisição de Alimentos para os campos de refugiados de guerra. “Temos um projeto piloto no Quênia e acreditamos que o PAA possa ser uma forma de diminuição de conflitos”, disse.

Programa de Aquisição de Alimentos

Criado em 2003, o PAA promove o acesso a alimentos pelas populações em situação de insegurança alimentar e, ao mesmo tempo, fortalece a agricultura familiar. Para isso, o programa utiliza mecanismos de comercialização que favorecem a aquisição direta de produtos de agricultores familiares ou de suas organizações.

O PAA é coordenado e executado com recursos dos Ministérios do Desenvolvimento Agrário (MDA) e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), em parceria com estados, municípios e com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

No programa, parte dos alimentos é adquirida pelo governo diretamente dos agricultores familiares, assentados da reforma agrária, comunidades indígenas e demais povos e comunidades tradicionais, para a formação de estoques estratégicos e distribuição à população em maior vulnerabilidade social.

A compra pode ser feita sem licitação. Cada agricultor pode acessar até um limite anual e os preços não devem ultrapassar o valor dos preços praticados nos mercados locais.

Fonte: Portal do Planalto

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Brasil Carinhoso destina R$ 164,7 mi em junho


O governo federal destinou, em junho, R$ 164,7 milhões a mais para 1,9 mil famílias com crianças entre 0 e 6 anos e renda mensal por pessoa inferior a R$ 70. O objetivo é fazer com que essa parcela da população ultrapasse a linha da miséria. O Benefício para Superação da Extrema Pobreza na Primeira Infância (BSP) integra o Brasil Carinhoso – Primeira Infância, uma ação do Plano Brasil Sem Miséria, e será pago até esta sexta-feira (29).

Somados aos benefícios anteriores do Programa Bolsa Família, esse público está recebendo R$ 298,5 milhões, segundo a Secretaria Nacional de Renda de Cidadania do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. O novo benefício elevou a folha de pagamento do Bolsa Família de R$1,6 bilhão em maio para R$ 1,8 bilhão em junho. São atendidas 13,4 milhões de famílias pelo programa de transferência de renda em todos os municípios brasileiros.

Com o BSP, o valor médio do benefício subiu de R$ 121,00 para R$ 134,00. Os valores ficam disponíveis para saque nos postos de atendimento da Caixa Econômica Federal por 90 dias, com o mesmo cartão e senha do Bolsa Família. Os recursos que não forem sacados nesse período retornam ao orçamento do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS).

O Benefício para Superação da Extrema Pobreza foi anunciado pela presidenta Dilma Rousseff no dia 14 de maio. Essa medida reforça o esforço do governo federal para tirar as famílias da situação de vulnerabilidade social que incide com mais rigor sobre a infância, especialmente nas regiões Norte e Nordeste.

O novo valor corresponde à soma necessária para que a família supere a linha de R$ 70 por integrante e é calculado por faixas de renda. Como estado que concentra a maior quantidade de famílias no Bolsa Família, a Bahia registrou também o maior número de BSP e, consequentemente, o maior volume de recursos, que ultrapassou R$ 23,2 milhões. Em seguida, aparecem o Maranhão, Ceará e Pernambuco.

Fonte: Portal Brasil

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Estados e municípios podem participar de seleção de projetos de pavimentação

Para essa segunda etapa do PAC2 Pavimentação e Qualificação de Vias Urbanas serão disponibilizados R$ 5,8 bi

Estados, municípios e Distrito Federal podem apresentar propostas para receber verbas do Programa PAC2 Pavimentação e Qualificação de Vias Urbanas até 31 de julho. A seleção é feita pela Secretaria Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana (SNMU), do Ministério das Cidades. Estão disponíveis R$ 5,8 bilhões. Para participar, os projetos devem estar orçados em, no mínimo, R$ 3 milhões. Desse total, 40% poderão ser aplicados, também, em obras complementares necessárias à plena funcionalidade das obras de pavimentação.

“É importante que os municípios encaminhem suas propostas, porque essa será a única possibilidade de seleção. Não haverá entrega de documentos via e-mail, pessoalmente ou por carta. Ela será, exclusivamente, por meio da carta-consulta eletrônica”, afirmou a diretora do Departamento de Mobilidade Urbana do ministério, Luiza Gomide.

Municípios com até 150 mil habitantes podem enviar duas propostas, aqueles que possuem de 150 mil até um milhão de habitantes podem apresentar no máximo três propostas e os com mais de um milhão, cinco propostas. Caso sejam encaminhados mais projetos do que o estabelecido na portaria, serão considerados apenas os últimos enviados.

Etapas - A seleção tem cinco etapas: cadastramento das propostas por meio de cartas-consultas eletrônicas; enquadramento e hierarquização das propostas para pré-seleção (1º de agosto a 31 de agosto); entrevistas técnicas e reuniões presenciais para seleção (1º de setembro a 19 de novembro); deliberação do Grupo Executivo de Acompanhamento das Ações do PAC (20 de novembro a 29 de novembro) e divulgação da seleção final, no dia 31 de novembro de 2012.

Inscrição
Interessados poderão obter o manual e inscrever suas propostas de solicitação de recursos em: www.cidades.gov.br

O formulário deverá ser preenchido mediante utilização de senha de acesso, a ser obtida junto à agência da Caixa Econômica Federal, que atende ao estado/município.

Fonte: Boletim 1560 - Em questão