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sexta-feira, 27 de julho de 2012

PAC2 investe R$ 324,3 bilhões e conclui 29,8% das obras

Em um ano e meio, R$ 324,3 bilhões foram injetados na economia para a construção da infraestrutura necessária ao desenvolvimento da sociedade brasileira, de acordo com o quarto balanço da segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC2). O volume representa 34% do orçamento total previsto até 2014.

Até o primeiro semestre de 2012, 29,8% das ações previstas até 2014 foram finalizadas, totalizando R$ 211 bilhões (veja gráfico). Esse resultado é 84% superior ao mesmo período do ano passado.
De acordo com o relatório, a agenda de obras tem sido essencial para o enfrentamento da situação financeira internacional adversa, com redução do crescimento econômico em todo o mundo, pois incentiva a atividade. Além do investimento público em infraestrutura, o estímulo ao setor privado tem se dado pelas desonerações tributárias, mais crédito e pelas compras governamentais.

O PAC2 executará R$ 955 bilhões entre 2011 e 2014. Nesse período, o valor previsto para conclusão de obras totaliza R$ 708 bilhões ou 74% do total. As demais obras (26%) serão concluídas após 2014. Entre elas, estão grandes obras de infraestrutura em andamento no Brasil, tais como: Usina Hidrelétrica Belo Monte (PA) e o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).

Execução orçamentária é 39% maior

A execução do PAC2, em 2012, é 39% superior à do primeiro semestre de 2011. Pagamentos e empenhos feitos com recursos do Orçamento Geral da União (OGU), de janeiro a julho desse ano, foram de R$ 19,7 bilhões, 32% maior do que o mesmo período do ano passado, R$ 14,9 bilhões. O valor empenhado, no mesmo período, teve aumento de 57%, atingindo R$ 18,3 bilhões.

Fonte: Secom

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Luana Ribeiro tem como prioridade investimentos em saneamento

A deputada estadual e candidata a Prefeitura de Palmas, Luana Ribeiro (PR), falou em entrevista ao jornal O GIRASSOL, em junho, sobre seu plano de governo. A deputada estadual discorreu sobre temas importantes, como saúde.

Infraestrutura

“Precisamos de galerias pluviais eficazes e uma solução definitiva para esses alagamentos. Drenagem é uma obra muito cara, o Senador João Ribeiro já solicitou a nossa Presidenta Dilma Roussef que a inclua no PAC II, esperamos que ela atenda nosso pedido. Nossa intenção é trabalhar com parcerias com o governo federal para dar uma solução para esse problema tão antigo.

Outro pronto é o asfaltamento de ruas e das quadras da Capital e também a melhoria das vias de acesso à zona rural. Nesta área em especial, quero fazer algo permanente, que fique na história de Palmas”, conta Luana Ribeiro.

Fonte: O Girassol

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Alunos da ETSUS visitam aterro sanitário da Capital




Alunos do Curso Técnico em Hemoterapia, promovido pelo Hemocentro de Palmas na ETSUS, visitaram o aterro sanitário na manhã desta terça-feira, 03. Durante duas horas e meia de visita e acompanhados pelo professor, Marildo de Sousa Ribeiro, que ministra a disciplina de Gerenciamento de Resíduos, os estudantes conheceram a disposição final dos resíduos, as lagoas anaeróbias, a expansão do aterro e as valas sépticas dos resíduos sólidos de saúde.



O servidor público do Hemocentro de Gurupi, Edílson Ferreira dos Santos, ficou impressionado com o aterro da Capital. “È a primeira vez que visito o aterro sanitário de Palmas. Fiquei impressionado pela quantidade de resíduos que poderiam ser reciclados, como pneus, madeira e garrafas pet, disse. A estudante Raimunda Nunes Ferreira, acredita que a visita lhe proporcionou mais conhecimentos para o curso. “Aqui, na prática, adquirimos mais conhecimentos e nos tornamos mais conscientes de que devemos reduzir o lixo que produzimos em casa”, finalizou.

Para a aluna Vanda Rodrigues a visita quebrou paradigmas. “Muito surpreendente, quem está lá fora tem outra visão, achava que aqui era um lixão e no entanto é tudo organizado dentro das normas ambientais”. A servidora da Agência Transfusional do HGPP, Edinalva da Silva, teve outro conceito ao conhecer o aterro. “Ao conhecer todo o processo de destinação final dos resíduos, na prática, meu conceito mudou, inclusive sobre a forma adequada do acondicionamento do lixo”.

Para a aluna, Rosimar Batista, a gestão do aterro da capital está de parabéns. “Palmas está de parabéns pelo aterro que tem, a população tem que se conscientizar e fazer a separação correta do lixo”, frisou.

Fonte: Prefeitura de Palmas

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Programa Cidade Melhor: Saneamento (Parte 14)


Ações de infraestrutura social e urbana, com o objetivo de enfrentar os principais desafios das grandes cidades brasileiras. Fazem parte desse eixo ações em Saneamento, Prevenção em Áreas de Risco, Mobilidade Urbana e Pavimentação.

Saneamento

Aumentar a cobertura de coleta e tratamento de esgoto, proteção dos mananciais, despoluição de cursos d’água e no tratamento de resíduos sólidos. Os municípios que receberão os recursos foram divididos em três grupos:

Grupo 1: grandes regiões metropolitanas do país, municípios com mais de 70 mil habitantes nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e acima de 100 mil nas regiões Sul e Sudeste;

Grupo 2: municípios com população entre 50 mil e 70 mil nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e municípios com população entre 50 mil e 100 mil habitantes nas regiões Sul e Sudeste;

Grupo 3: municípios com menos de 50 mil habitantes coordenados pela Funasa.

Existem 138 empreendimento de Saneamento - Tocantins
 Fonte: PAC 2


Programa Cidade Melhor: Saneamento (Parte 13)


Ações de infraestrutura social e urbana, com o objetivo de enfrentar os principais desafios das grandes cidades brasileiras. Fazem parte desse eixo ações em Saneamento, Prevenção em Áreas de Risco, Mobilidade Urbana e Pavimentação.

Saneamento

Aumentar a cobertura de coleta e tratamento de esgoto, proteção dos mananciais, despoluição de cursos d’água e no tratamento de resíduos sólidos. Os municípios que receberão os recursos foram divididos em três grupos:

Grupo 1: grandes regiões metropolitanas do país, municípios com mais de 70 mil habitantes nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e acima de 100 mil nas regiões Sul e Sudeste;

Grupo 2: municípios com população entre 50 mil e 70 mil nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e municípios com população entre 50 mil e 100 mil habitantes nas regiões Sul e Sudeste;

Grupo 3: municípios com menos de 50 mil habitantes coordenados pela Funasa.

Existem 138 empreendimento de Saneamento - Tocantins
Fonte: PAC 2

Programa Cidade Melhor: Saneamento (Parte 12)


Ações de infraestrutura social e urbana, com o objetivo de enfrentar os principais desafios das grandes cidades brasileiras. Fazem parte desse eixo ações em Saneamento, Prevenção em Áreas de Risco, Mobilidade Urbana e Pavimentação.

Saneamento

Aumentar a cobertura de coleta e tratamento de esgoto, proteção dos mananciais, despoluição de cursos d’água e no tratamento de resíduos sólidos. Os municípios que receberão os recursos foram divididos em três grupos:

Grupo 1: grandes regiões metropolitanas do país, municípios com mais de 70 mil habitantes nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e acima de 100 mil nas regiões Sul e Sudeste;

Grupo 2: municípios com população entre 50 mil e 70 mil nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e municípios com população entre 50 mil e 100 mil habitantes nas regiões Sul e Sudeste;

Grupo 3: municípios com menos de 50 mil habitantes coordenados pela Funasa.

Existem 138 empreendimento de Saneamento - Tocantins
 Fonte: PAC 2

Programa Cidade Melhor: Saneamento (Parte 11)


Ações de infraestrutura social e urbana, com o objetivo de enfrentar os principais desafios das grandes cidades brasileiras. Fazem parte desse eixo ações em Saneamento, Prevenção em Áreas de Risco, Mobilidade Urbana e Pavimentação.

Saneamento

Aumentar a cobertura de coleta e tratamento de esgoto, proteção dos mananciais, despoluição de cursos d’água e no tratamento de resíduos sólidos. Os municípios que receberão os recursos foram divididos em três grupos:

Grupo 1: grandes regiões metropolitanas do país, municípios com mais de 70 mil habitantes nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e acima de 100 mil nas regiões Sul e Sudeste;

Grupo 2: municípios com população entre 50 mil e 70 mil nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e municípios com população entre 50 mil e 100 mil habitantes nas regiões Sul e Sudeste;

Grupo 3: municípios com menos de 50 mil habitantes coordenados pela Funasa.

Existem 138 empreendimento de Saneamento - Tocantins
Fonte: PAC 2