O presidente da Câmara dos Vereadores, Ivory de Lira (PT), e também pré-candidato à Prefeitura de Palmas, usou a tribuna da Casa para discutir o processo sucessório na Capital. Conforme divulgado por sua assessoria de imprensa, Ivory disse estar “preocupado” por ver que, no grupo de partidos aliados à presidente Dilma Rousseff (PT) e da base de sustentação política do prefeito Raul Filho (PT), as discussões são feitas por pré-candidatos defendendo suas próprias ideologias. Ivory quer que o processo sucessório em Palmas seja tratado por um conselho político, não pelos pré-candidatos.
“Precisamos dialogar. É o momento de agregar, não de dividir. É preciso compreensão, sensatez”, defende Lira.
Ivory defendeu a participação dos líderes maiores de cada partido nas discussões, para encontrar uma candidatura forte, que vença a eleição. “Não podemos pensar em excluir ninguém. É importante o apoio do senador João Ribeiro (PR), da deputada Luana Ribeiro (PR) e dos vereadores”, afirmou.
Sugeriu que se faça uma mesa redonda para discutir o assunto, sem excluir ninguém do processo. “Defendo a participação do PR, do PTN, do PRTB e de todos os partidos aliados.” As colocações do presidente da Câmara se devem à decisão do chamado “grupo dos oito”, formado por pré-candidatos, de excluir o PR das discussões relativas à sucessão municipal. “Que o diálogo esteja acima de tudo e que os líderes dos partidos sejam incluídos nas discussões”, exortou.
O vereador Milton Neris (PR) também falou sobre o assunto e considerou a posição do grupo uma falta de respeito ao partido e aos seus integrantes. “O PR tem três vereadores nesta Casa”, ressaltou, citando, ainda, o poso das votações da deputada Luana Ribeiro e do senador João Ribeiro. O parlamentar disse ser preciso dialogar e que não cederá a nenhuma pressão.
O vereador Lúcio Campelo (PR) também criticou o fato de o grupo não aceitar a liderança do prefeito e de excluir o PR e, indiretamente, o PT. “Não aceito ser excluído do processo. Sou representante desta cidade e o quarto (vereador) mais votado”, declarou.
O vereador Folha (PTN) sugeriu uma reunião dos partidos que apoiam a pré-candidatura de Luana, para “marcar posição” no processo sucessório.
Fonte: Portal CT
“Precisamos dialogar. É o momento de agregar, não de dividir. É preciso compreensão, sensatez”, defende Lira.
Ivory defendeu a participação dos líderes maiores de cada partido nas discussões, para encontrar uma candidatura forte, que vença a eleição. “Não podemos pensar em excluir ninguém. É importante o apoio do senador João Ribeiro (PR), da deputada Luana Ribeiro (PR) e dos vereadores”, afirmou.
Sugeriu que se faça uma mesa redonda para discutir o assunto, sem excluir ninguém do processo. “Defendo a participação do PR, do PTN, do PRTB e de todos os partidos aliados.” As colocações do presidente da Câmara se devem à decisão do chamado “grupo dos oito”, formado por pré-candidatos, de excluir o PR das discussões relativas à sucessão municipal. “Que o diálogo esteja acima de tudo e que os líderes dos partidos sejam incluídos nas discussões”, exortou.
O vereador Milton Neris (PR) também falou sobre o assunto e considerou a posição do grupo uma falta de respeito ao partido e aos seus integrantes. “O PR tem três vereadores nesta Casa”, ressaltou, citando, ainda, o poso das votações da deputada Luana Ribeiro e do senador João Ribeiro. O parlamentar disse ser preciso dialogar e que não cederá a nenhuma pressão.
O vereador Lúcio Campelo (PR) também criticou o fato de o grupo não aceitar a liderança do prefeito e de excluir o PR e, indiretamente, o PT. “Não aceito ser excluído do processo. Sou representante desta cidade e o quarto (vereador) mais votado”, declarou.
O vereador Folha (PTN) sugeriu uma reunião dos partidos que apoiam a pré-candidatura de Luana, para “marcar posição” no processo sucessório.
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