Conhecida pelo trabalho atuante na área da saúde, Luana Ribeiro usou a tribuna da Assembleia Legislativa, na manhã desta terça-feira, 20, para defender os usuários e os profissionais da saúde, esses últimos foram criticados por não estarem cumprindo com plantões estipulados pela Pró-saúde, empresa terceirizada contratada para gerir 17 hospitais no Estado.
“Para esse problema, a solução é implantar pontos de frequência, como digital”, disse observando que os profissionais não podem levar a culpa pelo mau gerenciamento da saúde pública. “Há até problemas de limpeza nos ambientes públicos de saúde, como o Lacen. Em Palmas, tem muita mão de obra, tem muita gente precisando de trabalho, mas para que haja solução imediata é preciso ter pulso firme e coerência”, frisou.
A deputada reforçou que é preciso uma medida emergencial para que novas vidas não sejam perdidas devido aos problemas de gestão na saúde pública. “Esse problema precisa ser solucionado. Levantamentos, pesquisas, estudos já foram feitos. Agora, já está tarde. É preciso uma ação imediata na saúde pública do Tocantins”.
Luana Ribeiro é autora do anteprojeto de lei que reduz a carga horária dos profissionais da saúde, que trabalham diretamente com pacientes em hospitais sob gestão estadual, no Laboratório Central – Lacen – e hemocentro, de 40 para 30 horas semanais.
Além disso, em 2011, foi relatora do projeto de lei 12/2011 e que propôs o aumento do quantitativo de cargos do quadro de profissionais efetivos da saúde para adequar a estrutura organizacional, de modo a atender as demandas da Secretaria de Saúde, para melhor execução dos serviços prestados pela Pasta em todo o Estado.
A deputada relatou ainda o projeto nº 43/2011, que ampliou para 212 e 1268, respectivamente, os quantitativos dos cargos de Farmacêutico, no grupo 1, e de Assistente de Serviços de Saúde, no grupo 9, do quadro de profissionais efetivos da Secretaria de Estado da Saúde.
“Para esse problema, a solução é implantar pontos de frequência, como digital”, disse observando que os profissionais não podem levar a culpa pelo mau gerenciamento da saúde pública. “Há até problemas de limpeza nos ambientes públicos de saúde, como o Lacen. Em Palmas, tem muita mão de obra, tem muita gente precisando de trabalho, mas para que haja solução imediata é preciso ter pulso firme e coerência”, frisou.
A deputada reforçou que é preciso uma medida emergencial para que novas vidas não sejam perdidas devido aos problemas de gestão na saúde pública. “Esse problema precisa ser solucionado. Levantamentos, pesquisas, estudos já foram feitos. Agora, já está tarde. É preciso uma ação imediata na saúde pública do Tocantins”.
Luana Ribeiro é autora do anteprojeto de lei que reduz a carga horária dos profissionais da saúde, que trabalham diretamente com pacientes em hospitais sob gestão estadual, no Laboratório Central – Lacen – e hemocentro, de 40 para 30 horas semanais.
Além disso, em 2011, foi relatora do projeto de lei 12/2011 e que propôs o aumento do quantitativo de cargos do quadro de profissionais efetivos da saúde para adequar a estrutura organizacional, de modo a atender as demandas da Secretaria de Saúde, para melhor execução dos serviços prestados pela Pasta em todo o Estado.
A deputada relatou ainda o projeto nº 43/2011, que ampliou para 212 e 1268, respectivamente, os quantitativos dos cargos de Farmacêutico, no grupo 1, e de Assistente de Serviços de Saúde, no grupo 9, do quadro de profissionais efetivos da Secretaria de Estado da Saúde.
Fonte: Deputada Luana Ribeiro
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